Calculadora de Salário-Maternidade 2026: Simule o Valor e Veja Quem Tem Direito
Referente ao Ano-Base 2025 | Teto INSS: R$ 8.097,46
Referente ao Ano-Base 2025 | Teto INSS: R$ 8.097,46
Esta calculadora foi desenvolvida para traduzir as complexas regras do INSS sobre Salário-Maternidade em algo claro, simples e prático. Ela funciona para todos os tipos de seguradas: empregadas CLT, autônomas, MEI, desempregadas, domésticas e trabalhadoras rurais. O objetivo é ajudá-la a entender quanto você vai receber, por quanto tempo e quando solicitar, sem confusão.
A calculadora começa perguntando: “Qual é o seu tipo de segurada?” Essa informação é crucial porque muda completamente o cálculo do salário-maternidade. Não existem duas seguradas iguais perante o INSS.
Empregada CLT (com carteira assinada)
Você trabalha para uma pessoa jurídica (empresa, indústria, comércio) e recebe sua remuneração diretamente. Seu salário-maternidade será igual ao seu último salário bruto.
Empregada Doméstica
Você trabalha em casa de família (diarista, cuidadora, faxineira etc.). Seu salário-maternidade também é igual ao último salário, mas o INSS paga (não a família empregadora).
Autônoma (Contribuinte Individual)
Você presta serviço por conta própria para várias pessoas/empresas (como vendedora, fisioterapeuta, eletricista). Seu salário-maternidade é calculado pela média dos últimos 12 salários.
MEI (Microempreendedora Individual)
Você é dona do próprio negócio registrada como MEI. Normalmente, o salário-maternidade é um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026), a menos que contribua com valor maior.
Contribuinte Facultativa
Você não trabalha, mas se mantém segurada do INSS pagando contribuições mensais (donas de casa, estudantes). O cálculo é pela média dos últimos 12 salários de contribuição.
Desempregada em Período de Graça
Você perdeu o emprego mas ainda tem “qualidade de segurada” (período de 12 meses após demissão). Mantém os mesmos direitos de cálculo que antes do desemprego.
Trabalhadora Rural (Segurada Especial)
Você trabalha em regime de economia familiar no campo. Recebe sempre um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026).
💡 Dica: A calculadora vai adaptar as próximas perguntas automaticamente conforme o tipo que você escolher. Por exemplo, se for CLT, pedirá seu “último salário”. Se for autônoma, pedirá “últimos 12 salários”. Isso torna o processo personalizado para sua situação.
Aqui a calculadora coleta as informações de salário/renda que serão usadas no cálculo. O que você digita aqui é o coração da calculadora: sem dados corretos, o resultado não presta.
Para empregadas CLT e domésticas
Você coloca o último salário bruto (aquele que sai no seu holerite). Exemplo: se você recebeu R$ 3.200,00 em dezembro, é esse o valor a informar.
Para autônomas, MEI e facultativas
A calculadora pede os últimos 12 salários de contribuição, separados por vírgula (exemplo: 2000,2100,1950,2200…). Se você não tem 12 meses de registro, informa quantos tiver.
Salário variável (comissão, gorjeta)
Para empregadas CLT com salário total ou parcialmente variável, calcula-se a média dos 6 últimos salários, não apenas o último.
Limite (teto) de contribuição
Em 2026, o teto do INSS é R$ 7.786,02. Se seu salário for maior, o cálculo usa o teto, não o valor real. Isso protege as receitas do INSS.
Piso (mínimo)
Ninguém recebe menos que um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026), mesmo que sua contribuição tenha sido menor. É uma proteção garantida.
✓ Validação em Tempo Real: A calculadora valida os dados enquanto você digita. Se colocar valores negativos, letras ou deixar campos vazios, ela avisa em tempo real. Nada de surpresas no final.
A data é importante por duas razões: confirmar que o evento aconteceu (ou vai acontecer) e determinar o período de concessão do benefício.
📅 Parto (nascimento vivo)
Você coloca a data do nascimento do bebê. O salário-maternidade começa a partir dessa data ou até 28 dias antes (se você tiver se afastado antecipadamente com atestado médico).
👨👩👧 Adoção ou guarda judicial
Você coloca a data em que a decisão judicial foi proferida ou em que você recebeu a criança. O benefício começa nesse dia.
⚠️ Natimorto (morte do feto)
A lei reconhece o salário-maternidade mesmo quando o feto nasce sem vida. A duração é 120 dias como no parto normal.
🏥 Aborto espontâneo ou legal
Em caso de aborto (seja espontâneo, seja previsto em lei como no caso de estupro ou risco de vida), a duração é reduzida para 14 dias.
ℹ️ Como funciona: A calculadora usa essa data para confirmar que você está no intervalo correto (não muito no passado, não muito no futuro) e para contextualizar o cálculo. Ela também usa para alertar: se o parto foi há mais de 5 anos, avisa que o direito pode ter prescrito.
A duração não é igual para todos. O padrão é 120 dias, mas existem casos em que você pode ter 180 dias.
É o direito básico para todas as trabalhadoras. Corresponde a 4 meses corridos. É garantido por lei na CLT e no INSS.
Só para empregadas de empresa que participa do Programa Empresa Cidadã do governo federal. Se sua empresa está nesse programa, você pode solicitar estender de 120 para 180 dias (6 meses).
Se o evento foi aborto espontâneo ou legal, a duração é apenas 14 dias.
Para saber se sua empresa é Empresa Cidadã: Pergunte ao RH ou departamento de benefícios. O INSS mantém uma lista oficial, mas nem todas as empresas divulgam essa informação. Se sua empresa participa, você tem direto a solicitar a extensão até o final do primeiro mês após o parto.
📊 Cálculo: A calculadora multiplica o valor mensal pelo número de meses (4 para 120 dias, 6 para 180 dias) para chegar ao valor total.
Aqui é onde a magia acontece. A calculadora segue rigorosamente as regras do INSS de 2026. Cada tipo de segurada tem uma fórmula diferente.
Salário-Maternidade = Último Salário Bruto
Simples: você recebe exatamente o que ganhava antes. Sem descontos, sem surpresas.
Salário-Maternidade = (Soma dos últimos 12 salários) ÷ 12
Você soma quanto contribuiu nos últimos 12 meses e divide por 12 para achar a média. Essa média é seu salário-maternidade.
✓ Empregada CLT com salário fixo
valor mensal = seu último salário integral, sem cálculo de média.
✓ Empregada CLT com salário variável
valor mensal = média dos últimos 6 salários (porque comissão e gorjeta variam).
✓ Empregada Doméstica
valor mensal = último salário (igual à CLT). Se salário variável, média dos 6 últimos.
✓ Autônoma / MEI / Facultativa
valor mensal = média dos últimos 12 meses de contribuição ao INSS. Se não tiver 12 meses, usa o tempo que tiver.
✓ Trabalhadora Rural (Segurada Especial)
valor mensal = sempre um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026), sem cálculo.
✓ Desempregada em Período de Graça
valor mensal = último salário que recebia no emprego anterior. O INSS reconhece que você ainda é segurada mesmo desempregada.
⚠️ Importante: O Teto e o Piso em 2026
⚠️ Importante: O Teto e o Piso
🤖 Automático: A calculadora aplica essas regras automaticamente. Se você é autônoma e informou 12 salários que somam R$ 18.000, ela calcula R$ 18.000 ÷ 12 = R$ 1.500, mas então vê que é menor que o mínimo, e ajusta para R$ 1.621,00.
Agora é simples aritmética:
💰 Valor Total = Valor Mensal × Número de Meses
📅 Se 120 dias (4 meses)
valor mensal × 4
📅 Se 180 dias (6 meses)
valor mensal × 6
📅 Se 14 dias (aborto)
valor mensal ÷ 30 × 14
📖 Exemplo na prática
Você é CLT, ganha R$ 2.500 por mês, vai ter um parto em fevereiro e sua empresa não participa do Empresa Cidadã.
Você receberá R$ 10.000 distribuído em 4 parcelas (uma por mês) durante a licença.
📊 Resultado Visual: A calculadora mostra esse total no final, junto com um gráfico visual que ajuda a entender quanto vem em cada mês da licença.
Se você for mãe e quiser calcular quanto o pai (seu parceiro) receberá de licença paternidade, a calculadora tem essa função.
👨 Paternidade padrão: 5 dias
Lei 8.213/91
👨 Paternidade estendida: 20 dias
Para empresas Empresa Cidadã
📐 Fórmula
Salário do pai ÷ 30 × Número de dias
📖 Exemplo
Se o pai ganha R$ 3.000 e tem direito a 20 dias: (R$ 3.000 ÷ 30) × 20 = R$ 2.000
ℹ️ Separação: A calculadora separa salário-maternidade (mãe) de paternidade (pai) no resultado final, deixando claro que são dois benefícios diferentes, pagos em paralelo durante os primeiros dias.
Resumo Visual do Benefício e Cronograma de Recebimento
Quanto você recebe por mês durante a licença (em destaque dourado)
Número de dias exato (120, 180 ou 14)
Quanto você recebe no total (4 ou 6 meses)
Quanto o pai recebe pelos dias de licença (se aplicável)
Um gráfico de barras que mostra visualmente quanto vem em cada mês da licença
Você pode baixar um relatório em PDF com todos os dados para guardar ou compartilhar
✨ Design Visual: Tudo isso aparece em cores visuais claras (fundo azul marinho, texto dourado) para não deixar dúvida sobre qual é o número importante.
Para garantir que o resultado seja confiável, a calculadora verifica tudo enquanto você digita e antes de calcular:
❌ Campos vazios
Avisa se você deixou algo em branco obrigatório
❌ Valores não-numéricos
Rejeita letras ou caracteres especiais onde deve haver números
❌ Datas inválidas
Valida se a data está no formato correto e se faz sentido (parto não pode ter sido há 10 anos)
❌ Intervalos lógicos
Avisa se você informar 15 meses de trabalho (máximo é 12)
❌ Valores absurdos
Se você colocar um salário de R$ 1.000.000, a calculadora aplica o teto (R$ 7.786,02) automaticamente
⚠️ Feedback do Usuário: Se algo estiver errado, a calculadora mostra uma mensagem de erro em vermelho indicando exatamente o que corrigir. Isso evita frustração e garante que o cálculo final é confiável.
Cenário: Maria é autônoma
Maria é fisioterapeuta autônoma, contribui regularmente ao INSS, vai dar à luz em março de 2026, e quer saber quanto receberá durante a licença de 120 dias.
✓ Dados que Maria entra
🔧 O que a calculadora faz
💰 Resultado que Maria vê
Valor Mensal
R$ 1.937,50
Duração
120 dias
Total Maternidade
R$ 7.750,00
✨ Conclusão: Agora Maria sabe exatamente quanto receberá durante a licença, pode se organizar financeiramente e planejar seu retorno ao trabalho após 120 dias.
A partir de 2025 (decisão do STF), autônomas, MEI e facultativas precisam de apenas 1 contribuição ao INSS para ter direito ao salário-maternidade. Antes, eram necessárias 10 contribuições. Isso significa:
✓ Contribuição imediata
Se você é autônoma ou MEI e nunca contribuiu, pode contribuir agora e já ter direito ao benefício se engravidar
✓ Sem espera de 10 meses
Uma única contribuição basta para ter “qualidade de segurada”
✓ Calculadora atualizada
A calculadora já considera essa nova regra automaticamente
Para deixar a calculadora mais clara, veja abaixo 5 situações reais e bem comuns de trabalhadoras brasileiras. Todas usam os dados de 2026: salário mínimo de R$ 1.621,00 e teto de contribuição de R$ 8.097,46. Veja como a calculadora funciona em cada caso.
Perfil: Amanda trabalha como auxiliar de RH em uma empresa de tecnologia em São Paulo. Tem carteira assinada, recebe salário fixo mensal e está grávida de seu primeiro filho.
📋 Dados que Amanda coloca na calculadora:
🧮 O que a calculadora faz:
💰 Resultado que Amanda vê:
Na prática: Amanda receberá R$ 2.800,00 por mês durante 4 meses (ou parte deles antecipadamente se solicitar a partir de 28 dias antes do parto). Seu contrato está protegido até 5 meses após o parto. FGTS continua sendo depositado normalmente.
Perfil: Beatriz é manicure autônoma no Rio de Janeiro, contribui regularmente ao INSS como contribuinte individual e tem renda que varia de mês a mês conforme seus clientes.
📋 Dados que Beatriz coloca na calculadora:
🧮 O que a calculadora faz:
💰 Resultado que Beatriz vê:
Na prática: Beatriz receberá R$ 1.621,00 por mês direto do INSS durante 4 meses. Isso é uma proteção importante: mesmo com renda variável, ela não recebe menos que o mínimo. O benefício começa a partir de 28 dias antes do parto ou na data do parto.
Perfil: Carolina trabalhou em uma empresa de consultoria em Brasília. Foi demitida sem justa causa 4 meses antes do parto. Mantém direitos por estar no “período de graça”.
📋 Dados que Carolina coloca na calculadora:
🧮 O que a calculadora faz:
💰 Resultado que Carolina vê:
⚠️ Situação legal importante:
Carolina foi demitida enquanto estava grávida (ou ficou grávida após demissão dentro do prazo de 12 meses). A lei a protege: ela pode receber indenização do empregador pelos 5 meses de estabilidade que foram violados (salário integral + 13º + férias + FGTS com multa). Além disso, recebe o salário-maternidade do INSS normalmente durante a licença.
Na prática: Carolina recebe R$ 3.500,00 por mês do INSS durante 120 dias (total R$ 14.000). Ela também pode entrar com ação judicial para receber indenização por demissão discriminatória. A estabilidade garante direitos financeiros que cobrem os 5 meses após o parto.
Perfil: Daniela é Microempreendedora Individual (MEI) como consultora de beleza em Belo Horizonte. Contribui ao INSS com a alíquota mínima de MEI e está esperando gêmeos.
📋 Dados que Daniela coloca na calculadora:
🧮 O que a calculadora faz:
💰 Resultado que Daniela vê:
Na prática: Daniela recebe R$ 1.621,00 por mês (o mínimo garantido) durante 4 meses. O INSS paga diretamente na conta dela. Uma observação importante: como MEI, ela continua tendo a obrigação de pagar a contribuição mensal (DAS) mesmo durante a licença, mas pode solicitar uma revisão de contribuições se o negócio ficou parado.
Perfil: Érica é analista sênior de uma empresa de tecnologia em São Paulo que participa do programa Empresa Cidadã. Vai adotar uma criança de 2 anos e tem direito à licença estendida.
📋 Dados que Érica coloca na calculadora:
🧮 O que a calculadora faz:
💰 Resultado que Érica vê:
ℹ️ Vantagem da Empresa Cidadã:
Empresas que participam do programa Empresa Cidadã recebem incentivo fiscal (dedução de IR) por oferecer 180 dias de licença em vez de 120. Isso beneficia a empresa e a mãe adotiva. A duração é automaticamente estendida até o final do primeiro mês de licença (não precisa pedir duas vezes). Érica ganha 60 dias a mais, totalizando R$ 10.400 adicionais.
Na prática: Érica recebe R$ 5.200,00 por mês durante 6 meses (180 dias completos). A empresa antecipa e recebe reembolso do INSS. Se ela tivesse parto natural, seria só 120 dias, mas a adoção é reconhecida com os mesmos direitos. Os 180 dias permitindo melhor adaptação da criança à nova família é uma política pública que funciona bem.
| Situação | Valor Mensal | Duração | Total | Particularidade |
|---|---|---|---|---|
| 1. Amanda (CLT fixo) | R$ 2.800 | 120 dias | R$ 11.200 | Empresa antecipa |
| 2. Beatriz (Autônoma) | R$ 1.621 | 120 dias | R$ 6.484 | Ajustada ao mínimo |
| 3. Carolina (Demitida) | R$ 3.500 | 120 dias | R$ 14.000 | + indenização |
| 4. Daniela (MEI) | R$ 1.621 | 120 dias | R$ 6.484 | Contribuição mínima |
| 5. Érica (Adoção+Cidadã) | R$ 5.200 | 180 dias | R$ 31.200 | Estendida (+60 dias) |
A calculadora te mostra o valor que você vai receber e quando. Mas alguns cuidados simples antes, durante e depois da licença podem fazer uma grande diferença na sua experiência como mãe e na sua segurança financeira. Aqui estão 5 dicas que a maioria das brasileiras não sabe, mas deveria.
A maioria das mães espera dar à luz para depois solicitar salário-maternidade. Erro. Você pode (e deve) solicitar até 28 dias antes do parto previsto.
Por que isso importa?
📋 Como fazer (passo a passo):
Dica para Brasília: Se preferir presencial, vá a uma agência INSS em Brasília (ex.: Agência Asa Sul). Agora todas têm balcão de atendimento integrado. Leve RG, CPF, comprovante de endereço e ultrassom. Você sai com o protocolo na mão.
Se sua solicitação tem documentação incompleta, o INSS pede complementação. Se você deixar para depois, perde tempo e pode não receber no prazo.
📦 Documentos que você vai precisar (depende do tipo):
✓ Sua checklist (3 meses antes do parto):
Por que 3 meses? Se algo está faltando e o INSS pedir complementação (ofício de regularização), você ainda tem tempo de corrigir sem pressão. Se deixar para 2 semanas antes do parto, não conseguirá tudo a tempo e pode ficar sem o benefício nos primeiros meses.
Muitas mães pensam que “perdem benefícios” durante a licença maternidade. Não é verdade. A lei garante que você volta como se não tivesse saído.
O que continua normalmente durante a licença:
⚠️ O que NÃO é garantido (mas você pode negociar):
💡 Dica prática para CLT em Brasília:
Antes de sair de licença, solicite ao RH um documento assinado confirmando seu salário base, benefícios (FGTS, contribuição), férias acumuladas e 13º. Isso evita desentendimentos quando voltar. Se a empresa alegar que você “perdeu benefícios”, você tem prova de que não.
Resumo: Você não perde direitos durante a licença. Seu contrato de trabalho é suspenso, não encerrado. Tudo que não trabalhou continua contando para fins legais e financeiros.
Voltar da licença maternidade é desafiador: acordos noturnos, cansaço, saudade do bebê. Muitas empresas (especialmente as boas) oferecem retorno gradual. Você precisa pedir.
🤝 Opções de negociação com RH:
✉️ Modelo de email para RH (copie e adapte):
Assunto: Solicitação de Retorno Gradual à Licença de Maternidade
Prezado [Nome RH],
Retornarei à licença maternidade em [data]. Gostaria de solicitar um período de adaptação com [redução de 2 horas/homeoffice 2x semana]. Isso me ajudará a conciliar os cuidados com meu bebê e minha performance no trabalho.
Fico aberta a conversar sobre as melhores soluções para ambos.
Atenciosamente,
[Seu nome]
Empresas Cidadã: Se sua empresa participa do Programa Empresa Cidadã (e ofereceu 180 dias), ela é mais propensa a flexibilizar o retorno. Isso é parte do compromisso com benefícios maternidade.
O maior desafio após a licença não é o trabalho, é cuidado com o bebê. Creche ou babá é um investimento significativo que sai do seu bolso (muitas vezes, integral).
💰 Estimativas de custos (contexto Brasil 2026):
📊 Exemplo: Quanto vai sobrar do seu salário?
Cenário: você ganha R$ 3.000/mês, creche custa R$ 2.000
A maioria das mães percebe que trabalham “para pagar creche” no primeiro ano. Por isso, muitas renegociam com empresas ou buscam alternativas.
✓ Planejamento inteligente (faça AGORA):
🎯 Dica especial para Brasília:
Brasília tem sistema público de creches funcionando bem (SEDF). Inscrição online no começo do ano. Maioria é grátis, algumas com taxa baixa (R$ 50-100). Filas existem, então inscreva-se assim que souber que está grávida. Muitas mães trabalham graças ao sistema público brasiliense. Convênios em empresas também são comuns (GDF oferece para servidores).
Conclusão: O salário-maternidade não foi feito para cobrir creche. Ele é para substituir seu salário durante os 4-6 meses que você fica fora. Depois que volta, o custo da creche sai do seu bolso. Planeje isso com antecedência para não ter surpresas desagradáveis (como abandonar o emprego por não conseguir pagar creche).
Solicite 28 dias antes
Receba antecipado, sem pressa no pós-parto
Prepare docs com 3 meses
Evite atrasos, tenha tudo pronto antes
Proteja seus direitos CLT
FGTS, contribuição, férias continuam normais
Negocie retorno gradual
Volta parcial, homeoffice ou flexível
Planeje creche ANTES
Defina como vai ser, saia do benefício preparada
3 meses antes do parto:
1 mês antes do parto:
Última semana de licença:
Primeiro dia de volta:
Reunimos as 35+ perguntas mais feitas por brasileiras sobre salário-maternidade. Se sua dúvida não está aqui, é porque provavelmente não existe (ou é muito específica). Use o buscador abaixo ou role para encontrar sua resposta.
Salário-maternidade é um benefício previdenciário pago pelo INSS (ou empresa) que substitui seu salário durante a licença de afastamento para maternidade. A ideia é garantir que você tenha renda enquanto cuida do bebê recém-nascido, sem perder financeiramente. Funciona por 120 dias corridos (4 meses) em situações normais, começando até 28 dias antes do parto ou na data do parto.
Todas as mulheres seguradas do INSS têm direito, desde que estejam contribuindo ou em período de graça. Isso inclui:
Não, não precisa mais (desde 2025)! O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que não há carência para salário-maternidade. Antes era 10 contribuições. Agora é 0.
Isso significa:
Fonte: Portaria Conjunta INSS/MFPS nº 28, de 2023 (aplicada em 2024-2026)
Depende do seu tipo de vínculo:
Importante: Nunca é menor que um salário mínimo (R$ 1.621 em 2026) e nunca ultrapassa o teto do INSS (R$ 8.097,46 em 2026).
Padrão: 120 dias (4 meses). Mas varia conforme a situação:
Pode começar até 28 dias antes do parto (com atestado médico).
A empresa paga, depois o INSS reembolsa. Funciona assim:
Resultado: Você não espera, recebe todo mês como sempre, sem mudanças.
O INSS paga diretamente na sua conta. Você não depende de empresa nenhuma.
Dica: Para não perder documentos, use o app Meu INSS que permite acompanhar tudo em tempo real.
Sim, você tem direito! Existem dois cenários:
Cenário 1: Demitida SABENDO que estava grávida
A demissão é nula (Lei nº 12.812/2013). A empresa é obrigada a reintegrar você. Se não quiser voltar, recebe indenização integral (salários, 13º, férias, FGTS com multa de 40%). Além disso, recebe salário-maternidade normalmente.
Cenário 2: Demitida, depois descobriu que estava grávida
Você está em “período de graça” (até 12 meses após demissão). Mantém direitos ao salário-maternidade por usar últimos salários. Pode processar pela demissão discriminatória (mesmo que não soubesse da gravidez).
Sim, tem direito! A lei reconhece o natimorto (feto que nasce sem vida).
É um reconhecimento legal importante: você passou pela gravidez, parto e luto. O benefício ajuda na recuperação e sustento.
Sim! Aborto espontâneo (perda natural da gravidez) gera direito a benefício.
Aborto legal: Se foi por razão legal (estupro, risco de vida), também recebe 14 dias.
Sim, mulheres e homens têm direito! A adoção gera salário-maternidade/paternidade.
Documentação: Sentença de adoção ou decisão de guarda judicial
Não precisa de ultrassom. Precisa da decisão judicial finalizando a adoção.
Empresa Cidadã é um programa do governo que incentiva empresas a oferecer 180 dias de licença em vez de 120. A empresa recebe benefício fiscal (dedução de IR).
Como saber se sua empresa participa?
Apenas UM benefício, não importa quantos filhos. Isso é uma limitação da lei.
Duração: Ainda 120 dias, mas para todos os filhos juntos.
Isso é visto como injusto por muitas pessoas (mais filhos = mais cuidados), mas é a lei atual. Já há movimentos para mudança.
NÃO, você não perde nada! Durante a licença, todos os direitos continuam:
Resultado: Você sai da licença com mais direitos acumulados do que se tivesse trabalhado!
Não, é ilegal! Você tem direito a estabilidade no emprego.
📅 Período de estabilidade:
Desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto. A demissão nesse período é considerada discriminatória e nula.
Se a empresa desrespeitar:
Sim, é obrigatório se afastar! Se continuar trabalhando, perde o benefício.
Exceção: Você pode retornar gradualmente (4 horas/dia, 2 dias/semana, etc). Nesse caso, recebe proporcional pelo tempo que ainda está afastada.
Passo a passo (app ou site meu.inss.gov.br):
Dica: Tire foto clara do ultrassom. Não precisa ser documento original, digital funciona.
Média dos últimos 6 salários (não 1). Isso é mais justo para variáveis.
Exemplo:
Você é vendedora com comissão. Últimos 6 salários foram: R$ 3.000 | 3.200 | 2.800 | 3.500 | 3.100 | 3.300
Soma: R$ 20.900 ÷ 6 = R$ 3.483 (seu salário-maternidade)
Aplicável a: CLT com salário total ou parcialmente variável (comissão, gorjeta, gratificação, hora extra).
Mínimo e máximo em 2026:
Salário mínimo (piso): R$ 1.621,00
Ninguém recebe menos que isso, mesmo que renda tenha sido menor.
Teto (máximo): R$ 8.097,46
Se sua renda for maior, o INSS usa esse teto. Protege receitas do sistema.
Na prática: A maioria das mães recebe entre R$ 1.621 (mínimo) e R$ 4.000 (média brasileira).
Geralmente 3-10 dias úteis. Mas varia conforme documentação.
Por isso solicitamos com 28 dias de antecedência: Se faltar algo, você tem tempo para corrigir.
Basta ultrassom (cópia) OU atestado médico. Não precisa de ambos.
Dica: Quando for ao ultrassom SUS/privado, peça 3 cópias. Usa uma pro INSS, outra pra empresa, outra pra guardar.
Simples: Você recebe um salário mínimo (R$ 1.621 em 2026) automaticamente.
Praticamente igual a CLT, mas o INSS paga (não a família).
Não é paternidade, é “licença-paternidade” (diferente).
Na prática: O pai pega 5 dias de folga + recebe salário normal. A mãe pega 120 dias + recebe salário normal.
Você recebe por ambos (120 dias completos).
Mas: Você ainda recebe UM benefício (não 2), limitado a 120 dias para ambos.
Cada vínculo gera um benefício separado!
Exemplo:
Você é CLT em uma empresa (R$ 2.000) E autônoma (média R$ 1.500).
Detalhe importante: Se trabalhar menos durante licença (causa conflito), INSS pode questionar. Melhor comunicar ambos empregadores sobre afastamento total.
Você recebe notificação automática. Mas pode acompanhar:
Protocolo: Guarde o número que recebeu quando solicitou. Use sempre para consultar.
Não sofre descontos! Você recebe o valor INTEGRAL.
Exceção: Se você tiver dívida com INSS (contribuições atrasadas), isso é cobrado separado (não em desconto direto do benefício).
Não, é excludente. Você escolhe um:
Na prática: Geralmente você escolhe o maior valor.
Você usou a Calculadora de Salário-Maternidade. Mas existem outras ferramentas que podem ajudar a complementar seu planejamento financeiro durante a licença e após o retorno ao trabalho. Conheça as calculadoras que trabalham juntas para sua melhor organização.
Se você é mãe e tem outros direitos previdenciários, essas calculadoras ajudam a entender quanto você pode receber de outros benefícios:
Se você trabalhou como CLT, pode receber até R$ 1.621 de abono em janeiro. A calculadora mostra quanto você recebe baseado no tempo de trabalho em 2025.
Relacionado: Complementa renda durante gravidez (CLT)
Se foi demitida (mesmo grávida), pode receber seguro-desemprego em parcelas enquanto procura novo emprego. A calculadora estima o total de parcelas.
Relacionado: Demissão discriminatória durante gravidez
Painel geral de benefícios do INSS. Se tem direito a outros benefícios além do salário-maternidade, simule aqui.
Relacionado: Visão geral de todos os benefícios disponíveis
Consulte quanto você tem guardado em FGTS. Durante a licença, a empresa continua depositando. Você pode sacar em casos especiais (gravidez permite).
Relacionado: Complemento financeiro durante maternidade
Para organizar suas finanças durante e após a licença, essas calculadoras ajudam:
Veja quanto você recebia de salário antes da licença (já com descontos INSS/IR). Ajuda a comparar com o valor do salário-maternidade.
Relacionado: Entender diferença entre bruto e líquido
Durante a licença (120 dias), você continua acumulando 13º. Essa calculadora mostra quanto você receberá proporcional.
Relacionado: Acúmulo de benefícios durante maternidade
Você acumula férias mesmo durante a licença (1/12 por mês = 4 meses extras). Saiba quanto receberá quando tirar férias após o retorno.
Relacionado: Acúmulo de férias + adicional 1/3
Se decidir não voltar ao trabalho após a licença, entenda quanto receberá de rescisão (FGTS, 13º, férias, etc).
Relacionado: Decisão de não retornar ao emprego
Se é MEI ou proprietária, calcule quanto precisa pagar em contribuições (mesmo durante a licença).
Relacionado: MEI que continua pagando durante afastamento
Se trabalhava com horas extras antes, entenda quanto deixa de receber durante a licença maternidade.
Relacionado: Mudança na renda quando volta ao trabalho
Para planejar seus gastos durante a licença e ajudar no retorno ao trabalho:
Ficar mais tempo em casa com bebê aumenta consumo de energia. Calcule estimativa de gastos extras com luz.
Relacionado: Custos domésticos durante licença
Banhos, lavar roupas do bebê, limpeza. Água também aumenta com recém-nascido. Calcule o impacto na conta (CAESB).
Relacionado: Custos de água em Brasília com bebê
Muitas mães se mudam para ficar perto da creche ou da família. Calcule custos de mudança (transporte, cartório, ITBI).
Relacionado: Planejamento de mudança pré/pós-maternidade
Se tem animais de estimação, entenda custos extras (alimentação, veterinário). Bebê + pets = gastos maiores.
Relacionado: Gestão de despesas domésticas com bebê
Com bebê, gastos com alimentação e higiene aumentam significativamente. Planeje seu orçamento mensal.
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Maternidade traz festas (batizado, chá de bebê, primeiros meses). Calcule custos dessa celebração.
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Se pretende trabalhar como autônoma/MEI ou tem dúvidas sobre direitos legais:
Salário-maternidade NÃO é tributado, mas se trabalha como autônoma, entenda o IRPF que paga no resto do ano.
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Se é autônoma ou quer cobrar por hora após voltar do trabalho, calcule a taxa horária justa.
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Se é MEI, continua pagando DAS (contribuição mensal) mesmo durante a licença. Saiba quanto é o total anual.
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Se foi demitida grávida ou sofreu discriminação, calcule o quanto pode receber em ação na Justiça do Trabalho.
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Muitas empresas mantêm vale-refeição mesmo durante a licença. Saiba se tem direito e quanto.
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Afastada, você não usa transporte da empresa. Vale geralmente é suspenso. Entenda o processo.
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Saúde mental e física durante a maternidade:
Teste seu nível de bem-estar mental. Depressão pós-parto é comum. Busque ajuda profissional se necessário.
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Com bebê recém-nascido, sono é escasso. Aprenda sobre ciclos de sono para melhor descanso.
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Se ainda está grávida, saiba semana por semana do desenvolvimento do bebê até o parto.
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Após o parto, muitas mães querem recuperar peso. Calcule seu IMC e estabeleça metas saudáveis.
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Você já explorou as seções acima? Agora use a calculadora interativa no topo desta página para descobrir exatamente quanto você receberá de salário-maternidade em 2026.
↑ Ir para Calculadora InterativaEsta calculadora é uma ferramenta educativa e informativa desenvolvida para ajudar você a estimar o valor do salário-maternidade baseado nas regras do INSS em 2026. NÃO é um documento oficial do governo brasileiro ou do INSS.
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Para informações 100% oficiais sobre salário-maternidade, consulte diretamente os órgãos do governo brasileiro:
Página oficial do INSS explicando o que é, quem tem direito, como solicitar e valores. FONTE MAIS CONFIÁVEL.
www.gov.br/inss/pt-br/direitos-e-deveres/salario-maternidade
Acesse aqui para solicitar seu salário-maternidade online, acompanhar status, e consultar benefícios. Requer login gov.br.
meu.inss.gov.br
Explicação detalhada de como é calculado o valor para cada tipo de segurada. Atualizado com dados 2026 (teto INSS, mínimo).
gov.br/inss/direitos-e-deveres/salario-maternidade/valor
Passo a passo oficial de como solicitar salário-maternidade. Documentação necessária, prazos, e processo.
gov.br/inss/servicos/salarios-maternidade
Órgão responsável por políticas de maternidade, direitos trabalhistas e previdência social. Notícias e legislação oficial.
gov.br/trabalho-e-previdencia
Lei trabalhista brasileira (artigos sobre maternidade, licença, estabilidade e direitos). Texto oficial.
Lei 5.452/1943 (consulte artigos 392-400)
Lei maior do Brasil que garante direitos à maternidade. Artigos 6 e 227 (proteção à maternidade).
Constituição da República Federativa do Brasil, 1988
Se não tem recursos, a Defensoria oferece orientação jurídica GRÁTIS sobre direitos trabalhistas e maternidade.
defensoria.sp.gov.br (varie por estado)
Lista oficial de empresas que participam do Programa Empresa Cidadã (oferecem 180 dias de licença).
gov.br/trabalho-e-previdencia/empresa-cidada
Lei principal que regulamenta salário-maternidade no INSS. Artigos 71 e 72 tratam especificamente do benefício.
Lei 8.213, de 24 de julho de 1991
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Número único INSS:
1433
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Disponível para: iOS e Android
Acesso com conta gov.br (não precisa de senha do INSS).
Visite uma agência INSS para atendimento presencial:
Brasília: Diversas unidades (Asa Sul, Asa Norte, Taguatinga, etc)
Localizador de Agências INSSPara solicitações de salário-maternidade, o app Meu INSS é mais rápido e prático do que ir presencialmente. Você consegue acompanhar em tempo real, sem filas. Use o telefone 1433 apenas se tiver dúvidas específicas que o app não esclarece.
A Calculadora Brasil é uma iniciativa independente dedicada a simplificar o acesso à informação previdenciária. Nossos cálculos são baseados estritamente na Lei nº 8.213/91 e nas tabelas oficiais do INSS vigentes em 2026 (incluindo o novo salário mínimo e teto previdenciário). Priorizamos sua privacidade: esta simulação é anônima e não substitui a análise oficial do governo.