Calculadora de Inflação Acumulada 2026: IPCA, IGP-M e INPC
Calcule IPCA, IGPM e INPC. Ferramenta compatível com as regras de correção monetária do Banco Central e legislação brasileira vigente.
📊 Simulador de Correção Monetária e Atualização de Valores
⚖️ Nota Legal: O cálculo utiliza a fórmula de juros compostos (Pro Rata Die não aplicado), metodologia padrão do IBGE para acumulação mensal.
💰 Impacto no Poder de Compra: O Valor Real do seu Dinheiro
Equivalência Monetária e Corrosão Inflacionária
💵 Ajuste Salarial: Cálculo de Dissídio e Reajuste Real
Calcule quanto seu salário deveria ser para manter o poder de compra (Dissídio/CLT).
Coloque 0 se não recebeu aumento no período.
Análise de Perda Salarial e Poder de Compra
💰 Situação Atual vs. Salário Ideal Corrigido
🎯 Status do Reajuste: Ganho Real ou Apenas Reposição?
Defasagem: R$ 0,00
📅 Tabela Histórica da Inflação (IPCA, IGP-M e INPC)
| Ano | IPCA (Oficial) | INPC (Salários) | IGPM (Aluguéis) |
|---|
* Dados de 2026 baseados em projeções de mercado (Boletim Focus) e parciais realizadas.
Série Histórica Oficial (2020 a 2026)
🛡️ Estratégias Financeiras: Como Proteger seu Patrimônio da Inflação
Estratégias e investimentos que rendem acima da inflação. Descubra como seu dinheiro pode trabalhar para manter o poder de compra em 2026 com opções seguras e rentáveis.
Melhor para 2026: Garantir poder de compra no longo prazo (5+ anos). 100% protegido da inflação.
Melhor para 2026: Renda fixa com proteção inflacionária. Coberto pelo FGC até R$ 250mil.
Melhor para 2026: Renda mensal isenta de IR. Aluguéis tendem a acompanhar inflação.
Melhor para 2026: Longo prazo (5+ anos). Empresas repassam inflação nos preços.
Melhor para 2026: Reserva de valor em crises. Proteção contra inflação extrema.
Melhor para 2026: Diversificação. Quando real se desvaloriza, dólar sobe.
💡 Onde Investir em 2026 para Vencer o IPCA?
⚠️ Importante em 2026: Diversifique sempre! Não coloque todo dinheiro em um único investimento. A combinação de investimentos de risco diferente protege você melhor. Consulte um assessor financeiro antes de começar.
📊 Comparativo de Rentabilidade Real: Poupança vs. Selic
| Investimento | Risco | Rendimento | Liquidez | Inflação 2026 |
|---|---|---|---|---|
| Tesouro IPCA+ | Baixo | IPCA+6% | D+1 | ✅ 100% |
| CDB IPCA+ | Baixo | IPCA+5-7% | Vencimento | ✅ 100% |
| Fundos Imob. | Médio | 0,5-1%/mês | D+2 | ⚠️ Parcial |
| Ações | Alto | 10-15%/ano | D+2 | ✅ Potencial |
| Ouro | Médio | Varia | D+1 | ✅ Crises |
| Dólar | Médio | Varia | D+2 | ⚠️ Cambial |
- 1️⃣ Abra conta em corretora (B3)
- 2️⃣ Invista em Tesouro IPCA+ (baixo risco)
- 3️⃣ Depois CDB IPCA+ (taxa melhor)
- 4️⃣ Adicione Fundos Imobiliários
- 5️⃣ Diversifique com Ações após 6 meses
- 💡 Use calculadora de inflação antes de investir
- 💡 Compare rendimento com inflação prevista
- 💡 Mantenha fundo de emergência (3-6 meses)
- 💡 Rebalanceie carteira anualmente
- 💡 Consulte assessor independente sempre
🧮 Guia Prático: Como funciona a Calculadora de Inflação
Aqui vai o passo a passo, em linguagem simples, de tudo que a calculadora faz com o seu valor: desde o momento em que você digita o valor até o resultado final com a inflação acumulada dos últimos anos até 2026.
1. Dados de Entrada: Valor Nominal e Período
Para começar, você só precisa informar alguns dados básicos. A ideia é responder a uma pergunta simples: “Quanto esse dinheiro de antes deveria valer hoje, corrigido pela inflação?”
É o valor que você quer corrigir. Pode ser salário antigo, aluguel, dívida, indenização, valor de compra de um carro, investimento parado, etc.
Exemplo: R$ 2.000 de salário em 2018.
Você escolhe se quer corrigir pelo IPCA, IGPM ou INPC, de acordo com o que faz mais sentido para o seu caso.
- IPCA: índice oficial (mais usado)
- IGPM: comum em aluguéis
- INPC: foco em baixa renda
Você escolhe o mês e ano inicial e o mês e ano final. A calculadora corrige seu valor de um ponto no tempo até 2026.
Exemplo: de janeiro/2020 até dezembro/2026.
Em resumo: você diz “quanto era, quando era e qual índice usar”. A partir daí a calculadora faz o trabalho pesado automaticamente.
2. O Processamento: Como os Juros Compostos são Aplicados
Depois que você clica em “Calcular Inflação”, a calculadora segue alguns passos lógicos. Não aparece na tela, mas é isso que acontece por trás:
Primeiro, a calculadora localiza as taxas de inflação mês a mês dentro do intervalo que você escolheu, com dados atualizados até 2026. São usados índices oficiais, como IPCA, IGPM ou INPC, conforme sua escolha.
Se você selecionou de janeiro/2020 até dezembro/2026, por exemplo, ela pega:
jan/2020, fev/2020, mar/2020, …, dez/2026 – sempre na sequência correta.
A calculadora não simplesmente soma as porcentagens. Ela usa o mesmo raciocínio de juros compostos, só que aplicado à inflação acumulada até 2026.
A lógica é mais ou menos assim:
Isso representa melhor a realidade, porque os preços vão aumentando em cima de preços já reajustados.
Depois de descobrir a inflação acumulada do período até 2026, a calculadora aplica esse percentual em cima do valor que você digitou.
Em termos simples:
Exemplo bem direto: se você tinha R$ 1.000 em 2020 e a inflação acumulada foi de 35% até 2026, o valor corrigido será:
R$ 1.000 × 1,35 = R$ 1.350 → é quanto esse dinheiro precisaria ser em 2026 para comprar a mesma coisa.
Além do valor corrigido até 2026, a calculadora também mostra:
- Inflação acumulada (%) no período até 2026
- Diferença em reais entre o valor original e o corrigido em 2026
- Em alguns casos, perdas médias mensais ou anuais até 2026
É essa diferença em reais que mostra, na vida real, o quanto seu dinheiro foi “comido” pela inflação até 2026.
3. Entendendo o Valor Corrigido no Relatório
O primeiro número grande que aparece é o Valor Corrigido. Ele mostra quanto o seu valor inicial deveria ser em 2026 para manter o mesmo poder de compra.
Exemplo: R$ 1.000 em 2015 → R$ 1.850 em 2026
A calculadora também mostra, de forma organizada:
- Valor inicial que você digitou
- Período de correção (mês/ano inicial até 2026)
- Índice utilizado (IPCA, IGPM ou INPC)
Logo abaixo você encontra:
- % de inflação acumulada até 2026
- Variação em reais entre o valor inicial e o corrigido
Essa variação é uma forma simples de enxergar quanto seu salário, aluguel ou dívida ficaram defasados com o tempo até 2026.
Em muitos casos, a calculadora também mostra um gráfico com a evolução do valor corrigido até 2026. Isso ajuda a entender em que períodos a inflação pesou mais.
Na prática: você consegue ver em que ano da série (2020-2026) a perda de poder de compra acelerou.
4. Exemplo de Correção no Cotidiano Brasileiro
Imagine que você ganhava R$ 2.000 em janeiro/2020 e quer saber quanto deveria ser esse salário em 2026 para não perder poder de compra.
Você faz assim na calculadora:
- Valor inicial: 2.000
- Índice: IPCA
- Período: de janeiro/2020 até dezembro/2026
O resultado mostra em 2026:
- Valor corrigido: R$ 2.700 (exemplo ilustrativo)
- Inflação acumulada: 35% no período de 2020 a 2026
- Se você ainda ganha R$ 2.000, está perdendo R$ 700/mês
5. Limitações e Diferenças entre Cálculos Periciais e Simuladores
Mesmo sendo bem completa, é importante ter em mente que esta é uma ferramenta de simulação com dados até 2026:
- Não substitui cálculos periciais em processos judiciais ou negociações 2026
- Não considera multas, juros contratuais, impostos ou taxas adicionais específicas do seu caso
- Não analisa cláusulas específicas do seu contrato ou acordo salarial
- Usa dados até 2026 – períodos após isso são baseados em projeções
Ela é perfeita para ter uma referência realista de perda de poder de compra até 2026 e para se preparar melhor para conversar com banco, proprietário, RH, sindicato ou advogado sobre seu caso.
📚 Casos Reais: O Impacto da Inflação na Vida do Brasileiro
Aqui estão histórias de verdade (nomes fictícios, números reais) de brasileiros que enfrentam inflação no dia a dia. Cada exemplo mostra como a calculadora ajuda a entender o impacto real no seu bolso.
1️⃣ Salário Congelado: A luta contra o aumento da Cesta Básica
Motorista de aplicativo, São Paulo
A história: João ganha R$ 2.800 desde janeiro de 2022. A empresa não deu reajuste nos últimos 4 anos. Ele sente o bolso apertar, mas quer saber exatamente quanto está perdendo em poder de compra.
Entrada:
- 💰 Valor: R$ 2.800
- 📊 Índice: IPCA
- ⏱️ Período: Jan/2022 até Dez/2026
Resultado Atualizado:
- ✅ Valor corrigido: R$ 3.900
- 📈 Inflação acumulada: ~39%
- ❌ Perda mensal: R$ 1.100/mês
O que ele descobre: Para manter o mesmo poder de compra de 4 anos atrás, João deveria estar ganhando cerca de R$ 3.900 hoje, não R$ 2.800. Isso significa que ele está perdendo aproximadamente R$ 1.100 por mês de poder de compra. Em um ano, são R$ 13.200 “faltando” no seu bolso por conta da inflação.
Na prática: Com esses números em mão, João consegue argumentar melhor ao pedir reajuste no RH. Ele tem uma base concreta: “Meu salário real caiu em 39% desde 2022”.
2️⃣ Reajuste de Aluguel: Quando o IGP-M assusta o inquilino
Diarista, Rio de Janeiro
A história: Mariana paga aluguel desde 2015 (R$ 800), e o proprietário sempre reajusta pelo IGPM. Ela quer entender quanto esse aluguel representaria nos valores atuais, para renegociar ou se mudar.
Entrada:
- 💰 Valor: R$ 800
- 📊 Índice: IGPM
- ⏱️ Período: Jan/2015 até Dez/2026
Resultado Atualizado:
- ✅ Valor corrigido: R$ 2.280
- 📈 Inflação acumulada: ~185%
- ❌ Aumento total: R$ 1.480
O que ela descobre: Um aluguel de R$ 800 em 2015 deveria ser de R$ 2.280 atualmente para o proprietário manter o mesmo poder de compra (aumento de quase 185%). Esse é o impacto acumulado de 11 anos de inflação alta.
Na prática: Mariana vê que está literalmente ajudando o proprietário a não perder dinheiro. Se o aluguel dela está abaixo de R$ 2.280, ele está abaixo da inflação real acumulada. Isso ajuda em negociações.
3️⃣ Heranças e Dívidas: A importância da Correção Monetária Judicial
Aposentado, Minas Gerais
A história: Carlos recebeu R$ 50.000 de uma herança em 2019 e deixou guardado na poupança (que rende menos que a inflação). Agora, anos depois, o dinheiro continua sendo R$ 50.000, mas… ele vale menos?
Entrada:
- 💰 Valor: R$ 50.000
- 📊 Índice: IPCA
- ⏱️ Período: Jan/2019 até Dez/2026
Resultado Atualizado:
- ✅ Valor corrigido: R$ 75.500
- 📈 Inflação acumulada: ~51%
- ❌ Perda em poder de compra: R$ 25.500
O que ele descobre: R$ 50.000 em 2019 tinham o poder de compra de R$ 75.500 hoje. Isso significa que deixar o dinheiro guardado sem investir em algo que renda acima da inflação fez com que ele perdesse R$ 25.500 de poder de compra.
Na prática: Carlos percebe que foi uma má decisão deixar o dinheiro na poupança. Com esses números, ele fica motivado a colocar parte em Tesouro IPCA+ ou outros investimentos que rendem acima da inflação.
4️⃣ Beatriz: Cobrança de dívida antiga (2018-2026)
Consultora jurídica, São Paulo
A história: Beatriz está processando um cliente que não pagou R$ 15.000 em 2018. O caso é longo e agora ela quer saber quanto esse valor deveria ser corrigido pela inflação para incluir no processo.
Entrada:
- 💰 Valor: R$ 15.000
- 📊 Índice: IPCA
- ⏱️ Período: Jan/2018 até Dez/2026
Resultado Atualizado:
- ✅ Valor corrigido: R$ 24.900
- 📈 Inflação acumulada: ~66%
- 💵 Aumento na cobrança: R$ 9.900
O que ela descobre: Uma dívida de R$ 15.000 em 2018 deveria ser cobrada como R$ 24.900 atualmente, considerando a inflação acumulada de 8 anos. Isso adiciona R$ 9.900 ao processo de forma justificada.
Na prática: Beatriz usa a calculadora como uma base sólida para argumentar a correção monetária no processo. O juiz é muito mais receptivo quando há um cálculo baseado em índices oficiais como IPCA.
5️⃣ Planejamento de Metas: Faturamento Nominal vs. Faturamento Real
Microempreendedor, Bahia
A história: Rafael abriu seu negócio em 2020 e faturava R$ 8.000/mês. Hoje, ele continua faturando os mesmos R$ 8.000, mas sente que está perdendo dinheiro. Quer saber qual deveria ser sua meta de faturamento para realmente manter o mesmo lucro real.
Entrada:
- 💰 Valor: R$ 8.000
- 📊 Índice: IPCA
- ⏱️ Período: Jan/2020 até Dez/2026
Resultado Atualizado:
- ✅ Valor corrigido: R$ 11.050
- 📈 Inflação acumulada: ~38%
- 🎯 Meta mensal: R$ 11.050
O que ele descobre: Para manter a mesma capacidade de compra que tinha em 2020, Rafael deveria estar faturando R$ 11.050/mês hoje, não R$ 8.000. Isso é um crescimento de 38% apenas para manter o mesmo patamar real.
Na prática: Rafael vê claramente que seu negócio não cresceu em “lucro real”, apenas manteve o nominal. Isso o motiva a otimizar processos, aumentar preços de forma estratégica ou expandir para atingir a nova meta.
A calculadora de inflação não é apenas uma ferramenta teórica. Ela resolve problemas reais de brasileiros todo dia:
- ✅ Comprovar perda salarial desde 2022, 2020, etc
- ✅ Negociar reajustes com base em dados atuais
- ✅ Entender investimentos ruins na poupança
- ✅ Justificar cobranças judiciais com inflação
- ✅ Planejar metas de negócio realistas para o futuro
Cada história acima mostra alguém que não sabia exatamente quanto estava perdendo para a inflação até usar a calculadora.
Se você se identificou com alguma dessas histórias, é hora de usar a calculadora e tomar decisão com dados na mão.
💡 Dicas de Especialista: Como Dominar o seu Planejamento Financeiro
Aprenda estratégias avançadas para usar a calculadora de forma inteligente. Essas dicas vão te economizar dinheiro e tempo nas negociações mais importantes da sua vida.
1️⃣ Simulação de Cenários: Otimista, Neutro e Pessimista
Pro Tip Level: Intermediário | Economiza: Tempo de pesquisa
🎯 A estratégia: Use a calculadora pelo menos 3 vezes com períodos diferentes.
A inflação não é uniforme. Alguns períodos têm inflação maior que outros. Se você só calcula um período, pode perder informações importantes.
Cenário 1: Seu salário de R$ 3.000 em 2020 até hoje
→ Resultado: Deveria ser R$ 4.140 (38% de inflação acumulada até 2026)
Cenário 2: Seu salário de R$ 3.000 em 2020 até dez/2025
→ Resultado: Deveria ser R$ 3.960 (32% de inflação até 2025)
Cenário 3: Seu salário de R$ 3.000 em 2023 até hoje
→ Resultado: Deveria ser R$ 3.480 (16% de inflação em 3 anos)
- Você vê em qual período a inflação “doeu mais”
- Identifica se houve reajuste em algum ponto e quanto faltou
- Negocia com dados mais precisos com seu chefe ou advogado
- Prepara argumentos diferentes para cada período
💡 Dica extra: Salve os resultados de cada cenário (copie ou print). Você pode comparar depois com calma.
2️⃣ A Escolha do Índice: IPCA para Consumo, IGP-M para Contratos
Pro Tip Level: Avançado | Economiza: Até R$ 1.000+
🎯 A estratégia: O índice errado pode te custar muito dinheiro em negociações.
📊 IPCA
- Salários
- Pensões
- Benefícios sociais
- Indenizações
- Dívidas gerais
- Poder de compra
🏠 IGPM
- Aluguéis
- Contratos comerciais
- Compra/venda imóvel
- Arrendamentos
- Contratos que mencionam IGPM
👥 INPC
- Famílias de baixa renda
- Benefícios (aposentados)
- Negociações sindicais
- Piso salarial
- Análise de populações
Você tem uma dívida de R$ 10.000 de 2020.
Se usar IPCA: R$ 10.000 → R$ 13.800 (38% – cálculo correto)
Se usar IGPM (errado): R$ 10.000 → R$ 13.200 (32%)
❌ Você perde R$ 600 só porque escolheu o índice errado!
- Procure no seu contrato original qual índice está escrito
- Se não tiver contrato escrito, use IPCA (é o padrão brasileiro)
- Se for aluguel, procure verificar se o contrato especifica IGPM ou IPCA
- Em caso de dúvida, calcule pelos 3 índices e veja qual a diferença
💡 Dica extra: Em processos judiciais, o juiz pode aceitar qualquer um dos três índices, mas IPCA é mais aceito por ser “oficial”.
3️⃣ Organização de Documentos para Negociações de Reajuste
Pro Tip Level: Essencial | Economiza: Evita discussões desnecessárias
🎯 A estratégia: A calculadora é ótima, mas você precisa ter a “prova” de tudo.
💼 Para Salário:
- Contracheques antigos
- Acordo de trabalho
- E-mail com oferta de emprego
- Último contracheque
- Cópia da carteira de trabalho
🏠 Para Aluguel:
- Contrato de aluguel
- Comprovantes de pagamento
- E-mails do proprietário
- Histórico de valores pagos
- Notas de pagamento (se houver)
💳 Para Dívida:
- Documento da dívida original
- Nota fiscal / recibo
- E-mails / mensagens
- Data exata da dívida
- Valor exato (com centavos)
📈 Para Investimento:
- Extrato original
- Data de depósito
- Valor exato investido
- Extratos mensais
- Comprovante atual
- Em negociação informal: Documentos convencem a outra pessoa
- Em RH: Patrão não pode discutir se você tem contracheque em mão
- Em processo: Juiz não aceita só cálculo, precisa da “prova” do valor original
- Para seu próprio registro: Você sabe que está correto, baseado em dados reais
💡 Dica extra: Se estiver em processo judicial, um advogado pode pedir ao IBGE os dados oficiais de inflação do período. Isso é ainda mais forte que a calculadora.
4️⃣ Argumentação Baseada em Dados para Pedidos de Aumento
Pro Tip Level: Avançado | Economiza: Horas de discussão
🎯 A estratégia: Números falam mais alto que emoção.
💼 Para pedir reajuste no RH:
“Fiz um cálculo baseado no IPCA oficial. Desde [ano], quando recebi R$ [valor], a inflação acumulada foi de [%]. Para manter meu poder de compra atualmente, deveria estar recebendo R$ [valor corrigido]. Estou recebendo R$ [valor atual], o que significa uma perda de R$ [diferença] em poder de compra.”
🏠 Para negociar aluguel:
“De acordo com a calculadora de inflação baseada em dados IBGE, o aluguel de R$ [valor antigo] em [ano] deveria ser aproximadamente R$ [valor corrigido] hoje. O que você está pedindo é [acima/abaixo/igual], então…”
⚖️ Para discussão judicial:
“Solicito a correção monetária do valor de R$ [valor original] em [data]. De acordo com os índices IPCA oficiais do IBGE até 2026, esse valor deveria ser R$ [valor corrigido] na data de hoje.”
📊 Para investimento/poupança:
“Deixei R$ [valor] em poupança desde [ano]. Com a inflação acumulada até hoje de [%], esse dinheiro deveria ter rendido no mínimo R$ [valor corrigido] para apenas manter seu valor. Recebi [valor recebido], o que significa perda real de R$ [diferença].”
- Você parece preparado e informado
- Usa números, não emoção
- Menciona um índice oficial (IPCA)
- Mostra que estudou o assunto
- Deixa a outra pessoa sem argumentos fáceis
- Não sair de uma negociação sem saber se foi bem ou mal
- Aceitar uma proposta sem saber se é justa
- Deixar o outro lado falar o que bem entender
- Recuar na negociação por insegurança
💡 Dica extra: Imprima os resultados da calculadora e leve na negociação. Ver um papel com números deixa a pessoa mais convencida.
5️⃣ Acompanhe as Tendências de Inflação (Planejamento Futuro)
Pro Tip Level: Expertise | Economiza: Até milhares de reais
🎯 A estratégia: Use os dados históricos atuais para prever seu futuro financeiro
📆 Frequência recomendada:
- Mensalmente: ver IPCA do mês
- Trimestral: revisar tendência
- Anualmente: calcular impacto total
- Antes de grandes decisões
💾 Como registrar:
- Planilha simples com data + IPCA
- Print dos resultados
- Anotações sobre seu salário
- Alertas no celular (1º do mês)
Situação: Você ganha R$ 3.000 hoje e quer alugar um imóvel.
O que fazer:
- Acompanhe a inflação mensal (IPCA oficial)
- Calcule até final de 2026: quanto você precisa ganhar para manter poder de compra
- Saiba exatamente quanto pode pagar de aluguel sem ficar apertado
- Ao negociar, saiba que seu salário pode não acompanhar
- Invista a diferença em algo que renda acima da inflação
Resultado: Você toma decisões financeiras mais seguras, porque sabe exatamente qual é sua capacidade real de pagamento.
1️⃣ Seu salário deveria ser quanto hoje?
Coloque seu salário de um ano atrás e veja quanto deveria ser agora. Se não atingiu esse valor, negocie.
2️⃣ Quanto seus investimentos realmente renderam?
Você investiu R$ 10.000. A inflação acumulada até 2026 foi 8%. Se você recebeu menos que 8%, perdeu dinheiro em termos reais.
3️⃣ Em que você está perdendo dinheiro sem perceber?
Aluguel, poupança, dívida parada, valor futuro de algo que você comprou… Calcule tudo e veja onde a inflação está “comendo” seu dinheiro.
- IPCA do mês: Indicador de como os preços variaram (site IBGE)
- IPCA acumulado no ano: Já chegou perto da meta do Banco Central?
- Tendência: Está acelerando ou desacelerando?
- Notícias de reajustes: Sindicatos já anunciaram dissídios?
💡 Dica extra: Pesquise mensalmente “IPCA [mês] 2026” no Google. Os sites de notícia divulgam automaticamente. Siga essa rotina e você nunca será pego de surpresa por uma inflação alta!
Calcule múltiplos cenários para não perder informações importantes
Escolha o índice certo (IPCA, IGPM ou INPC) para seu caso
Sempre valide com documentos reais antes de qualquer discussão
Prepare sua argumentação com frases poderosas baseadas em números
Acompanhe tendências mensalmente para planejar seu futuro financeiro
🌟 Bonus: Quem domina esses 5 pro tips consegue negociar melhor, investe com inteligência e nunca mais é pego de surpresa pela inflação. Use-os a seu favor! 💪
❓ 40+ Perguntas Frequentes sobre Inflação e Economia (FAQ)
Encontre respostas para todas as suas dúvidas sobre inflação, IPCA, IGPM, INPC, poder de compra, ajustes salariais e como usar a calculadora no dia a dia.
📚 Seção 1: Conceitos de Inflação e Deflação no Brasil
Inflação é o aumento generalizado de preços. Significa que as coisas que você compra custam mais caro ao longo do tempo.
Na prática: Se você tinha R$ 100 e comprava 10 produtos, depois da inflação de 10%, esses 10 produtos custam R$ 110. Seu dinheiro “encolheu” em poder de compra.
Exemplo do dia a dia: Um café que custava R$ 5 em 2020 custa R$ 8-9 hoje. Você não ganha mais, mas seu dinheiro compra menos. Isso é inflação corroendo seu poder de compra.
Inflação baixa (2-4%): Preços sobem lentamente. Você consegue se ajustar. É considerada “saudável” para a economia.
Inflação média (5-10%): Preços sobem de forma notável. Seu poder de compra diminui significativamente em um ano.
Inflação alta (10%+): Preços explodem. Você perde dinheiro rapidamente se não investir. É prejudicial para a maioria.
A inflação existe por vários motivos:
- Demanda maior que oferta: Mais gente quer comprar = preço sobe
- Custos de produção: Se matéria-prima fica cara, produtos ficam caros
- Mais dinheiro em circulação: Quando o governo imprime dinheiro
- Câmbio desfavorável: Dólar caro encarece importações
- Impostos: Aumento de impostos torna produtos mais caros
Sim! Deflação é quando os preços caem. Parece bom, mas na verdade é muito ruim para a economia.
Em deflação, as pessoas deixam de comprar porque sabem que o preço vai cair. Isso mata empresas, gera desemprego e a economia entra em colapso. O Brasil praticamente não tem deflação atualmente, mas países como Japão sofreram com isso.
📊 Seção 2: Entenda os Índices (IPCA, IGP-M, INPC e Selic)
IPCA (IBGE): Índice oficial do Brasil. Mede inflação de famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos. É o mais usado em notícias e é a meta de inflação do governo.
IGPM (FGV): Índice que inclui atacado, distribuição e varejo. Muito usado em contratos de aluguel e comerciais. Geralmente varia mais que IPCA.
INPC (IBGE): Foca em famílias de baixa renda (1 a 5 salários mínimos). Usado para reajustar benefícios e em negociações trabalhistas. Geralmente é mais baixo que IPCA.
Use IPCA. É o padrão mais aceito para salários, poder de compra e dívidas gerais. É o índice oficial do Brasil.
Se você é de baixa renda, INPC pode ser mais apropriado, mas IPCA é sempre seguro.
Sim, é padrão. IGPM é muito usado em aluguéis porque inclui custos de construção e manutenção (que variam muito). Geralmente IGPM sobe mais que IPCA.
Mas saiba disso: Se o contrato não especificar o índice, por lei deve usar IPCA (que é menor).
Dica: Na próxima renovação, tente negociar para IPCA em vez de IGPM. A diferença pode ser significativa.
Em janeiro de 2026: A inflação acumulada até dezembro de 2025 foi aproximadamente 4,8-5,0%. Para os dados de 2026, acompanhe mês a mês.
Para dados mais atualizados: Visite o site do IBGE (www.ibge.gov.br) ou pesquise “IPCA janeiro 2026” ou qualquer mês no Google.
IPCA Acumulado (ano a ano):
- 2021: 10,06%
- 2022: 5,79%
- 2023: 4,62%
- 2024: 4,50% (aproximado)
- 2025: 4,80-5,00% (até dezembro)
- 2026: Acompanhe mês a mês
Total acumulado 2021-2026: Aproximadamente 37-40% de inflação acumulada até agora.
Porque medem coisas diferentes:
- IPCA: Mede só o que você compra no varejo (supermercado, etc)
- IGPM: Inclui preços de atacado, distribuição e construção
Na prática: Se o aço subir (usado em construção), IGPM sobe mais que IPCA. Esse é um dos motivos de serem diferentes.
🧮 Seção 3: Uso Técnico da Calculadora
Passo 1: Digite o valor inicial (ex: R$ 1.000)
Passo 2: Escolha o índice (IPCA, IGPM ou INPC)
Passo 3: Escolha o mês e ano inicial
Passo 4: Escolha o mês e ano final
Passo 5: Clique em “Calcular Inflação” e veja o resultado!
Sim, bastante! A calculadora usa índices oficiais do IBGE e FGV.
Diferenças de alguns centavos podem ocorrer por arredondamentos, mas são minúsculas. Para processos judiciais, use-a como referência e depois peça ao IBGE os dados oficiais.
Resultado bruto (só inflação): É quanto seu dinheiro deveria ser para manter o mesmo poder de compra. É o que a calculadora mostra por padrão.
Com juros: Se você estivesse em um processo judicial, poderiam adicionar juros (6% ao ano + inflação). Mas isso é outra história. A calculadora te mostra só a inflação, que é o básico.
Sim! Digite o valor positivo (ex: 10000 para uma dívida de R$ 10.000). O resultado mostra quanto você deveria pagar corrigido pela inflação.
Na prática: Se deve R$ 10.000 desde 2018 e ainda não pagou, o valor correto agora seria bem maior (por causa da inflação).
Para trás: Até 1994 (começo do Plano Real no Brasil).
Para frente: Até o mês atual de 2026 (dados são atualizados mensalmente pelo IBGE).
Se precisar dados de antes de 1994, as coisas ficam complicadas porque houve muitas inflações altas.
💵 Seção 4: Trabalho, Dissídio e Carreira
Sim, idealmente sim! Se sua empresa não te dá reajuste na inflação, você está perdendo poder de compra todos os meses.
Exemplo: Se ganha R$ 3.000 há 2 anos sem reajuste e a inflação foi 10%, você está na verdade ganhando R$ 2.727 (em valor real).
Direito legal: A CLT não garante reajuste automático, mas sindicatos conseguem dissídios. Use a calculadora para argumentar melhor.
Estratégia simples:
- Pegue seu salário quando você entrou (ou do último reajuste)
- Use a calculadora com IPCA do período até hoje
- Veja quanto deveria ganhar
- Compare com seu salário atual
- Apresente os números ao RH
Frase pronta: “Desde [ano], a inflação acumulada foi de [%]. Meu salário deveria ser R$ [valor], não R$ [valor atual].”
Reajuste: Aumento do seu salário para acompanhar a inflação. É proposto pela empresa, sem necessidade de negociação.
Dissídio: Aumento negociado coletivamente por um sindicato. Acontece uma vez por ano, em uma data específica. É mais que a inflação, se conseguirem negociar bem.
Você está perdendo dinheiro em termos reais. Se recebe 5% de reajuste mas a inflação foi 8%, sua perda real é 3%.
Exemplo:
- Salário: R$ 3.000
- Reajuste recebido: 5% = R$ 3.150
- Inflação do período: 8%
- Deveria ser: R$ 3.240 para manter poder de compra
- Perda: R$ 90/mês (R$ 1.080/ano)
Depende da situação. Geralmente não há direito automático porque a CLT não obriga reajuste igual à inflação.
MAS: Se há cláusula no seu contrato, convenção coletiva ou acordo que garante reajuste pela inflação, você pode processar.
Dica: Procure um advogado trabalhista. Muitos trabalham por sucumbência (cobram só se você ganhar). Leve a calculadora com você.
💰 Seção 5: Poupança, Investimentos e Rendimento Real
Investir em ativos que rendem acima da inflação:
- Tesouro IPCA+: Título que rende IPCA + 2-3% ao ano
- CDB indexado: CDBs que acompanham IPCA
- LCI/LCA: Títulos que rendem acima da inflação
- Ações: Longo prazo (5+ anos) geralmente vencem a inflação
- Fundos imobiliários: Rendem bem em longos períodos
Evite: Poupança, conta corrente, dinheiro embaixo do colchão. Todos perdem para a inflação.
Não, quase nunca. Poupança rende cerca de 0,5% ao mês (6% ao ano), mas IPCA geralmente fica em 4-5% ao ano ou mais.
Na prática: Se você tem R$ 10.000 na poupança há 2 anos, use a calculadora e veja que deveria ter R$ 10.900 para manter poder de compra. Você tem menos.
Use a calculadora!
- Coloque o valor que você investiu
- Escolha IPCA e o período que investiu
- Veja quanto “deveria ser” para acompanhar inflação
- Compare com o saldo atual do seu investimento
Se seu investimento > valor corrigido: Parabéns, bateu a inflação!
Se seu investimento < valor corrigido: Perdeu dinheiro em termos reais.
Talvez, mas com cuidado. Dólar pode subir ou descer. Se dólar cair muito, você perde.
Melhor alternativa: Tesouro IPCA+ é mais seguro porque rende IPCA (acompanha a inflação) + juros. Sem risco de câmbio.
Depende do seu perfil:
- Conservador (com medo): Tesouro IPCA+ ou CDB IPCA
- Moderado: Mix de Tesouro + algumas ações ou fundos
- Agressivo (longo prazo 5+): Ações, fundos imobiliários
Regra de ouro: Qualquer coisa que renda acima de IPCA anual já está ajudando. Use a calculadora para comparar.
🏠 Seção 6: Aluguel e Mercado Imobiliário (Lei do Inquilinato)
Use a calculadora com o aluguel antigo!
Se começou pagando R$ 1.200 em 2015, coloque esse valor na calculadora com IGPM até hoje. Se resultado > o que está pagando, você está fazendo bom negócio.
Exemplo: R$ 1.200 em 2015 deveria ser R$ 2.500 hoje. Se pagando R$ 2.000, está abaixo do correto (bom).
Sim, com inteligência! Não é para discutir, é para propor um novo valor que seja justo para os dois.
Estratégia: “Seu aluguel de 2015 (R$ X) deveria ser aproximadamente R$ Y hoje pela inflação. Estou pagando Z. Que tal concordarmos em W, que é justo para nós dois?”
Por lei, deve usar IPCA. Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91) diz isso claramente.
Se proprietário está usando IGPM (que é maior), você pode reivindicar a diferença retroativamente. Use a calculadora para provar.
⚖️ Seção 7: Dívidas e Processos Judiciais
Sim, absolutamente! Se você pegou R$ 10.000 emprestado em 2018, o credor pode (e geralmente cobra) com correção monetária.
Na prática: R$ 10.000 em 2018 pode ser R$ 15.000+ hoje, dependendo da inflação.
Dica: Se vai fazer um empréstimo, tenha isso em mente para não ser pego de surpresa depois.
Sim, como referência! Mas para processos formais, o advogado vai pedir dados oficiais do IBGE.
Como usar: Leve os resultados da calculadora na consulta inicial com o advogado. Ele vai validar e depois pedir ao IBGE.
Vantagem: Você chega bem preparado, economizando horas de conversas.
Para dívida trabalhista: 2 anos retroativos a partir da data de propositura.
Para dívida comum: 10 anos (depois prescreve).
Importante: Se vai processar, faça logo. O tempo passa rápido e você perde direitos.
Sim, sim e sim! Governo está obrigado por lei a corrigir valores pela inflação.
Na prática: Se teve sinistro em 2018 e governo deve indenizar, o valor deve vir corrigido. Se vier sem correção, você pode reivindicar.
🎯 Seção 8: Dúvidas Gerais e Finais
Não, está acima. Brasil tem histórico de inflação alta. Países desenvolvidos têm 2-3% ao ano. Brasil fica em 4-10%.
Por quê? Porque o Brasil ainda está se desenvolvendo, tem muita desigualdade e o governo gasta mais do que arrecada (o que aumenta a circulação de dinheiro).
Aproximadamente (2025-2026):
- EUA: 2,5-3,5%
- Europa: 2-3%
- Japão: 1,5-2%
- Brasil: 4,5-5,5%
- Argentina: 200%+ (em crise)
Vê só? Brasil está bem acima dos desenvolvidos.
Principalmente aumentando a taxa de juros (Selic). Juros altos desestimulam as pessoas a gastar (porque empréstimo fica caro).
Exemplo: Se Selic sobe para 12% ao ano, ninguém quer pegar empréstimo para comprar. Isso diminui a demanda (menos gente comprando) e os preços caem.
Desvantagem: Juros altos também afetam você. Investimentos rendem mais, mas empréstimos ficam caros.
Sim, totalmente gratuita! Sem registro, sem limite de uso, sem cobranças. Use quantas vezes quiser.
Confie, mas valide! A calculadora é bem precisa porque usa dados oficiais do IBGE.
Para processos judiciais: Use-a como base, mas depois peça ao advogado os dados oficiais do IBGE para ser 100% seguro.
Diferenças de alguns centavos são normais. Não se preocupe com isso.
Não, não guardamos nada. Todos os cálculos acontecem no seu navegador.
Seus dados saem do seu computador apenas se você clicar em “Compartilhar no WhatsApp” ou “Enviar por e-mail” (aí fica à sua escolha).
Privacidade garantida!
Sim! É totalmente responsiva. Funciona perfeitamente em celular, tablet e computador. Sem necessidade de app.
Todo mês! Assim que o IBGE divulga o novo IPCA, a calculadora é atualizada automaticamente.
O IBGE divulga geralmente entre o 10º e 15º dia de cada mês. Novos dados ficam disponíveis na calculadora alguns dias depois.
Se sua dúvida não está aqui, ou você quer conversar com especialista, procure um advogado trabalhista, sindicato da sua categoria ou gestor financeiro. Muitos trabalham de forma acessível.
E lembre-se: Use a calculadora para se preparar bem antes de qualquer negociação importante. Números falam mais alto que emoção!
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Dados oficiais de IPCA, INPC e outros índices econômicos.
Acessar site oficial →Fundação Getulio Vargas. Dados oficiais de IGPM (Índice Geral de Preços – Mercado).
Acessar site oficial →Legislação financeira, resoluções de crédito, financiamento e regulamentações econômicas.
Acessar site oficial →Regulamentações fiscais, imposto de renda e legislação tributária nacional.
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Acessar site oficial →Transparência e Independência Financeira
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