Calculadora de Depreciação de Ativos Imobilizados 2026 (Fiscal e Contábil)
Simule a depreciação Contábil e Fiscal (Lucro Real) e descubra sua economia de impostos.
Simulação de Dados do Ativo Imobilizado
Padrão: 34% (25% IRPJ + 9% CSLL). Instituições financeiras podem usar 40-45%.
Guia Completo: Como Funciona a Depreciação no Brasil
Entenda passo a passo como cada método de depreciação é calculado, as fórmulas utilizadas e o impacto fiscal da sua decisão.
1. O Conceito de Depreciação Contábil (CPC 27)
Depreciação é a redução do valor de um ativo ao longo do tempo devido ao seu uso, desgaste, obsolescência ou passagem de tempo. Quando você compra uma máquina, um computador ou um veículo para sua empresa, esse bem perde valor gradualmente.
A depreciação é importante para dois objetivos:
📊 Contábil (CPC 27)
Reflete o consumo real do ativo nos demonstrativos financeiros. Essencial para balanço patrimonial correto.
💰 Fiscal (Lucro Real)
Dedução no cálculo do imposto de renda. Você abate a depreciação do lucro tributável.
💡 Ponto Importante: Essas duas perspectivas podem ser DIFERENTES. Uma empresa pode depreciar contabilmente em 10 anos, mas fiscalmente em 5 anos (ou vice-versa). Essa calculadora permite simular ambas.
2. O que é o Escudo Fiscal de IRPJ e CSLL?
Escudo Fiscal é a economia de impostos que você obtém ao deduzir a depreciação do seu lucro tributável. É como um “desconto” no imposto de renda da sua empresa.
Fórmula do Escudo Fiscal
Escudo Fiscal = Depreciação × Alíquota Fiscal
Se a depreciação é R$ 10.000 e sua alíquota fiscal é 34%, seu escudo fiscal é R$ 3.400.
Você compra uma máquina por R$ 100.000
Custo total de aquisição
No ano 1, a depreciação fiscal é R$ 20.000
Usando método linear com 5 anos de vida útil
Seu lucro tributável reduz em R$ 20.000
Menos despesa = menos imposto a pagar
Escudo Fiscal = R$ 20.000 × 34% = R$ 6.800
Você economiza R$ 6.800 em impostos (no ano 1)
3. Métodos de Depreciação Aceitos pela Receita Federal
Esta calculadora oferece três métodos diferentes, cada um com características próprias. Escolha baseado em sua necessidade contábil ou fiscal.
Método Linear (Cotas Constantes – IN 1700/17)
MAIS COMUM • PADRÃO RECEITA FEDERAL
O que é? Você deduz a mesma quantia todos os anos até o final da vida útil.
Fórmula
Depreciação Anual = (Custo – Valor Residual) ÷ Vida Útil
Exemplo: Máquina CNC R$ 50.000, 10 anos = R$ 5.000/ano
✓ Vantagens: Simples, aceito pela Receita Federal, fácil documentação.
✗ Desvantagens: Não reflete o uso real.
Melhor para: Móveis, utensílios, edifícios.
Método de Saldos Decrescentes (Uso Gerencial)
GERENCIAL • MAIS REALISTA • CPC 27
O que é? A depreciação é maior no início e diminui ao longo dos anos.
Fórmula
Depreciação Anual = Valor Contábil × (2 ÷ Vida Útil)
✓ Vantagens: Mais realista, melhora caixa inicial.
✗ Desvantagens: Mais complexo, menos comum fiscalmente.
Melhor para: Veículos, computadores, tecnologia.
Nova Depreciação Acelerada (Incentivo Lei 14.871/24)
INCENTIVO FISCAL • 50% ANO 1 + 50% ANO 2
O que é? Incentivo governamental para máquinas e equipamentos NOVOS depreciarem em apenas 2 anos.
Fórmula
Ano 1: 50% do custo | Ano 2: 50% restante
✓ VANTAGENS:
- ✅ Escudo fiscal imediato (R$ 17.000 no ano 1 em ex de R$ 100k)
- ✅ Melhora significativa do fluxo de caixa
- ✅ Válido até 31/12/2026
⚠️ RESTRIÇÃO: Apenas máquinas e equipamentos NOVOS.
4. Glossário Técnico: Vida Útil, NCM e Valor Residual
Guia completo para preencher corretamente cada entrada da calculadora.
Custo de Aquisição (R$)
Obrigatório
O valor total que você pagou pela aquisição do ativo.
O que incluir:
- Preço do ativo
- Frete e transporte
- Instalação (se capitalizada)
Aplicar Incentivo Fiscal (Lei 14.871)?
Checkbox
Marque se o ativo é uma máquina ou equipamento NOVO.
✓ ELEGÍVEIS:
Máquinas industriais novas, equipamentos de produção, sistemas de segurança.
Vida Útil (Anos)
Se não usar Lei 14.871
Quantos anos você espera usar o ativo.
Padrão (IN 1700):
- • Edifício: 25 anos | Máquina: 10 anos
- • Computador: 5 anos | Veículo: 5 anos
- • Móvel: 10 anos
Valor Residual (R$)
Opcional • Geralmente ZERO
Valor que o ativo terá ao final de sua vida útil.
💡 Dica Fiscal: Use R$ 0 para maximizar a economia de impostos.
Método de Cálculo
Obrigatório
Escolha entre Linear ou Saldos Decrescentes.
Linear:
Padrão fiscal, mais simples e aceito pela Receita Federal.
Saldos Decrescentes:
Para fins gerenciais/contábeis (CPC 27), mais realista.
Alíquota Fiscal (IRPJ + CSLL) %
Obrigatório
Percentual total de imposto sobre lucro da sua empresa.
Padrão (Lucro Real):
34% = 25% IRPJ + 9% CSLL
Confirme com seu contador a alíquota correta de sua empresa.
5 Cenários Reais de Depreciação no Lucro Real
Veja como a calculadora funciona na prática com cenários reais de empresas brasileiras e como cada método impacta sua economia fiscal.
Caso 1: Indústria e Máquinas CNC (Incentivo 2026)
Cenário: Microempresa metalúrgica investe em máquina moderna
Dados da Empresa
Ativo Adquirido
Comparação: Lei 14.871 vs Método Linear
| Período | Lei 14.871 (2 anos) |
Linear (10 anos) |
Diferença Escudo Fiscal |
|---|---|---|---|
| Ano 1 – Depreciação | R$ 75.000 | R$ 15.000 | +R$ 60.000 |
| Ano 1 – Escudo Fiscal | R$ 25.500 | R$ 5.100 | +R$ 20.400 |
| Ano 2 – Depreciação | R$ 75.000 | R$ 15.000 | +R$ 60.000 |
| Ano 2 – Escudo Fiscal | R$ 25.500 | R$ 5.100 | +R$ 20.400 |
| TOTAL (2 Anos) | R$ 51.000 | R$ 10.200 | +R$ 40.800 |
💰 Conclusão: Com Lei 14.871, a empresa economiza R$ 40.800 em impostos nos primeiros 2 anos, melhorando significativamente o fluxo de caixa e gerando mais recursos para reinvestimento.
Caso 2: Transportadoras e Depreciação de Frotas
Cenário: Empresa de logística com depreciação de veículos usados
Dados da Empresa
Ativo Adquirido
Comparação: Linear vs Saldos Decrescentes (5 anos)
| Ano | Linear Depreciação |
Saldos Decrescentes Depreciação |
Diferença Escudo |
|---|---|---|---|
| 1 | R$ 50.000 (R$ 17.000) | R$ 100.000 (R$ 34.000) | +R$ 17.000 |
| 2 | R$ 50.000 (R$ 17.000) | R$ 60.000 (R$ 20.400) | +R$ 3.400 |
| 3 | R$ 50.000 (R$ 17.000) | R$ 36.000 (R$ 12.240) | -R$ 4.760 |
| 4 | R$ 50.000 (R$ 17.000) | R$ 21.600 (R$ 7.344) | -R$ 9.656 |
| 5 | R$ 50.000 (R$ 17.000) | R$ 12.960 (R$ 4.406) | -R$ 12.594 |
| TOTAL | R$ 250.000 (R$ 85.000) | R$ 250.000 (R$ 78.390) | -R$ 6.610 |
💡 Insight: Embora o escudo fiscal total seja menor com saldos decrescentes, este método melhora o fluxo de caixa nos anos iniciais (Ano 1: R$ 17.000 a mais). Escolha com base na necessidade de caixa vs. economia total.
Caso 3: Escritórios e Equipamentos de TI (Hardware)
Cenário: Pequeno escritório depreciando equipamentos de trabalho
Dados da Empresa
Ativos Adquiridos
Kit Completo:
- ✓ 5 Computadores: R$ 15.000
- ✓ Móvel Escritório: R$ 8.000
- ✓ Total: R$ 23.000
Análise: Computador (5 anos) vs Móvel (10 anos)
📱 Computadores (5 Anos)
🪑 Móvel Escritório (10 Anos)
💰 Resumo: O escritório economiza R$ 7.820 em impostos ao longo de 10 anos. Embora a depreciação seja espalhada, permite deduções consistentes do lucro tributável todos os anos.
Caso 4: Agroindústria e Sistemas de Refrigeração
Cenário: Investimento em equipamento crítico com Lei 14.871
Dados da Empresa
Ativo Adquirido
Impacto Financeiro Lei 14.871 (Acelerada)
Ano 1
Ano 2
💰 Resultado: Economia total de R$ 170.000 em impostos em apenas 2 anos. Isso representa 34% do investimento inicial retornando como economia fiscal, melhorando significativamente o ROI do equipamento.
Caso 5: Startups e Ativos de Obsolescência Rápida
Cenário: Empresa de tecnologia com depreciação acelerada (Saldos Decrescentes)
Dados da Empresa
Ativo Adquirido
Progressão: Saldos Decrescentes vs Linear
Deprec.
R$ 40.000
Escudo: R$ 13.600
Deprec.
R$ 20.000
Escudo: R$ 6.800
Deprec.
R$ 24.000
Escudo: R$ 8.160
Deprec.
R$ 20.000
Escudo: R$ 6.800
Deprec. Reduz
R$ 14.400 → … → R$ 2.880
Escudo diminui
Deprec. Fixa
R$ 20.000/ano
Escudo: R$ 6.800
📊 Resumo 5 Anos:
Saldos Decrescentes:
Total Escudo: R$ 31.184
Melhor no Ano 1-2
Linear:
Total Escudo: R$ 34.000
Consistente 5 anos
💡 Decisão: Para startup em crescimento, Saldos Decrescentes é melhor pois libera mais caixa nos anos iniciais (R$ 13.600 no Ano 1 vs R$ 6.800 Linear). Ideal para reinvestimento e expansão.
Planejamento Tributário: 5 Dicas para Maximizar o Abatimento
Estratégias práticas usadas por contadores e gestores financeiros para otimizar a economia fiscal através da depreciação. Descubra como empresas brasileiras estão economizando milhares em impostos.
Dica 1: Timing de Aquisição e o Impacto no Fechamento Fiscal
Quando você compra o ativo importa muito para o escudo fiscal
O momento da aquisição de um ativo impacta diretamente o escudo fiscal do ano. Empresas com lucro previsível devem planejar suas compras para maximizar deduções nos meses estratégicos.
❌ Erro Comum
Empresa compra máquina em dezembro por R$ 100.000
Linear (10 anos):
Depreciação 2026 = R$ 10.000 (apenas 1 mês)
Escudo fiscal: apenas R$ 3.400
✅ Estratégia Inteligente
Empresa planeja compra para janeiro (início do ano fiscal)
Linear (10 anos):
Depreciação 2026 = R$ 100.000 (12 meses)
Escudo fiscal: R$ 34.000 (10x mais!)
💡 Aplicação Prática:
- Antecipe compras planejadas para janeiro, não dezembro
- Se possível, distribua compras ao longo do ano (para Lei 14.871 não se aplica)
- Considere o ciclo de caixa da empresa para capturar máximo escudo fiscal
- Coordene com seu contador para sincronizar com planejamento tributário
⚠️ Atenção: Se a empresa está em prejuízo (lucro negativo), o escudo fiscal será aproveitado quando houver lucro novamente (carregar para frente).
Dica 2: Aproveitando a Janela da Lei 14.871 até Dezembro de 2026
Incentivo fiscal vence em 31/12/2026 – tempo está acabando!
A Lei 14.871/2024 permite depreciação acelerada de máquinas e equipamentos NOVOS em apenas 2 anos (50% ano 1, 50% ano 2). Esta vantagem fiscal extraordinária vence em 31 de dezembro de 2026.
📅 CRONOGRAMA CRÍTICO
Se Perder o Prazo
Máquina de R$ 100.000 comprada em 2027:
• Depreciação Linear (10 anos): R$ 10.000/ano
• Escudo Fiscal: R$ 3.400/ano
Total 10 anos: R$ 34.000
Aproveitando a Lei
Mesma máquina comprada em 2026:
• Ano 1: R$ 50.000 → Escudo: R$ 17.000
• Ano 2: R$ 50.000 → Escudo: R$ 17.000
Total 2 anos: R$ 34.000
✓ Mesma economia em 5X menos tempo!
🎯 Ação Urgente:
- Liste equipamentos planejados – máquinas, sistemas, tecnologia
- Antecipe compras – qualquer investimento previsto para 2027 faça em 2026
- Maximize caixa – economia de R$ 17.000 por R$ 100.000 é extraordinária
- Documente tudo – guarde notas fiscais e especificações (equipamento deve ser novo)
⚠️ Restrições: Lei 14.871 se aplica APENAS a máquinas e equipamentos NOVOS. Não vale para imóveis, veículos usados ou bens já depreciados.
Dica 3: Segregação de Ativos por Taxas da IN 1700
Diferentes ativos precisam de diferentes métodos de depreciação
Nem todos os ativos devem ser depreciados com o mesmo método. Ativos com obsolescência rápida (tecnologia) merecem métodos acelerados. Ativos estáveis (móveis, edifícios) cabem bem em linear.
💻 Ativos com Obsolescência Rápida (5 anos ou menos)
Exemplos:
Computadores, servidores, sistemas de TI, equipamentos eletrônicos.
Melhor Método:
Saldos Decrescentes – Reflete melhor a perda real de valor. Ano 1 tem maior depreciação quando equipamento ainda é novo e rápido.
Benefício:
Maior escudo fiscal nos anos iniciais = mais caixa agora para reinvestir.
🚗 Ativos de Vida Útil Média (5-10 anos)
Exemplos:
Veículos, máquinas, equipamentos industriais moderados.
Melhor Método:
Linear – Simplicidade fiscal + reconhecimento contábil uniforme. Fácil documentação com Receita Federal.
Benefício:
Previsibilidade fiscal + menos chance de auditoria. Valor consistente a deduzir a cada ano.
🏢 Ativos de Longa Vida Útil (25+ anos)
Exemplos:
Imóvel/edifício, estruturas, mobiliário fixo.
Melhor Método:
Linear – Padrão para imóveis. Depreciação muito pequena ao ano, mas constante e previsível.
Consideração:
Imóvel de R$ 500k com 25 anos = apenas R$ 20k/ano dedução. Escudo fiscal modesto, mas seguro.
📋 Checklist de Classificação:
| Ativo | Vida Útil | Método Recomendado |
| Computador/Servidor | 5 anos | Saldos Decrescentes |
| Máquina Industrial | 10 anos | Linear |
| Veículo | 5 anos | Linear (fiscal) |
| Imóvel | 25 anos | Linear (obrigatório) |
Dica 4: Compliance e Documentação para Fiscalizações
Receita Federal respeita empresas com documentação completa
Documentação inadequada é a razão #1 para a Receita Federal questionar depreciações. Empresas bem organizadas evitam 95% das problemas fiscais. Guarde evidências de tudo.
❌ Risco Alto (Auditoria Provável)
• Sem nota fiscal guardada
• Sem valor de aquisição documentado
• Sem especificação técnica do ativo
• Sem data de início de uso
• Sem lista de ativos no ativo imobilizado
✅ Risco Baixo (Seguro Fiscal)
✓ Nota fiscal de compra + empenho
✓ Laudo técnico (se máquina)
✓ Foto do ativo em uso
✓ Vida útil com justificativa
✓ Registro no ativo imobilizado
📋 Checklist de Documentação Obrigatória
💡 Dica Profissional: Mantenha uma planilha Excel com todos os ativos (nome, data de compra, valor, vida útil, método escolhido). Facilita auditoria interna e externa, além de ser salvo em nuvem como backup.
Dica 5: Revisão de Vida Útil e Teste de Impairment
Tecnologia muda rápido, vida útil também pode mudar legalmente
A CPC 27 (norma contábil) permite revisar a vida útil se as condições mudarem. Uma máquina planejada para 10 anos pode durar apenas 7 se tecnologia ficar obsoleta. A revisão deve ser documentada e justificada.
Quando Revisar a Vida Útil?
⚙️ Fatores Técnicos
- Inovação tecnológica
- Mudança de uso
- Desgaste acelerado
- Manutenção necessária
📊 Fatores de Mercado
- Obsolescência da indústria
- Mudança de demanda
- Legislação nova
- Comparação com similares
Cenário 1: Equipamento Obsolescente
Computador servidor comprado em 2020 com vida útil de 5 anos. Em 2023, tecnologia cloud é padrão na indústria.
Ação: Revisar vida útil para 3 anos (restando apenas 1 ano de depreciação)
Impacto: Acelera depreciação e escudo fiscal. Mais realista contabilmente.
✓ Benefício: Maior dedução nos anos finais. Melhor alinhamento com realidade de uso.
Cenário 2: Máquina que Dura Mais
Máquina CNC adquirida com 10 anos de vida útil. Em 2025, após 5 anos, está em perfeito estado.
Ação: Revisar para 12 anos (restando 7 anos de uso)
Impacto: Reduz depreciação anual. Reflete melhor a realidade operacional.
⚠️ Cuidado: Diminui escudo fiscal anual, então use com justificativa forte.
📅 Agenda Anual Sugerida:
Abril/Maio (antes do EBITDA final): Faça revisão técnica de vida útil
Junho: Documente mudanças em ata de reunião do conselho/sócios
Julho/Agosto: Informe seu contador para atualizar depreciação
Setembro: Revise regressivamente se há impacto fiscal significativo
✓ Melhor Prática: Revise anualmente junto com seu contador durante o planejamento tributário. A CPC 27 exige essa análise, e Receita Federal respeita empresas que seguem as normas contábeis.
Perguntas Frequentes (FAQ) sobre Depreciação Fiscal
Respostas claras e diretas para as dúvidas mais comuns sobre depreciação fiscal e contábil. Consulte as perguntas que estão com dúvida.
Calculadoras e Ferramentas de Gestão Tributária
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Apuração de impostos
Calcule o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro. Essencial para planejamento pós-depreciação.
IRPF
Imposto de Renda Pessoa Física
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Projete o impacto do escudo fiscal da depreciação no seu fluxo de caixa anual.
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Para MEI/Simples: note que depreciação não é dedutível neste regime.
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Calcule quantas vendas precisa considerando depreciação como custo fixo no resultado.
Markup & Margem
Precificação
Defina preços considerando depreciação como custo operacional da empresa.
Juros Compostos
Investimentos
Simule onde investir o escudo fiscal economizado com a depreciação anual.
Amortização de Empréstimo
Financiamento
Se financiou o ativo, projete amortização versus economia com depreciação.
💡 Dica: Use a calculadora de depreciação junto com as ferramentas acima para fazer um planejamento tributário e financeiro completo da sua empresa em 2026.
A economia com escudo fiscal deve ser reinvestida em novas máquinas (Lei 14.871), aplicada em investimentos de renda fixa (CDB, LCI), ou usada para reduzir dívidas. Escolha baseado em suas prioridades!
Base Legal e Isenção de Responsabilidade
📋 Referências: RIR/2018 e Instruções Normativas RFB
Esta calculadora de depreciação é fornecida exclusivamente para fins educacionais e informativos. Os resultados apresentados são estimativas baseadas em cálculos padrão e não constituem aconselhamento profissional, contábil ou fiscal personalizado.
⚠️ Sem Responsabilidade Legal
O proprietário desta calculadora não se responsabiliza por erros, omissões, ou qualquer consequência decorrente do uso dos resultados fornecidos. Você utiliza esta ferramenta por sua conta e risco. Nenhuma garantia é oferecida quanto à precisão, atualização ou conformidade com a legislação vigente.
👨⚖️ Consulte um Profissional
Antes de tomar decisões fiscais ou contábeis, consulte sempre um contador, auditor ou profissional de impostos qualificado. Cada empresa tem situação única, e apenas um profissional pode oferecer orientação adequada considerando sua realidade específica, regime tributário, e circunstâncias operacionais.
🔄 Mudanças na Legislação
A legislação fiscal brasileira está em constante evolução. Embora tenhamos atualizado esta calculadora com base nas normas vigentes em 2026, recomendamos verificar sempre com sua contabilidade sobre mudanças recentes em:
💾 Dados e Privacidade
Esta calculadora não armazena ou compartilha seus dados de entrada. Todos os cálculos são processados localmente em seu navegador. Nenhuma informação sobre seus ativos ou valores é coletada ou transmitida para servidores.
📌 Fontes Oficiais e Referências Legais
Para informações oficiais e atualizadas sobre depreciação fiscal, consulte diretamente:
Receita Federal do Brasil
Portal oficial com legislação e orientações tributárias
Lei 14.871 – FAQ Oficial
Perguntas frequentes do MDIC sobre depreciação acelerada
IN RFB nº 1.700/2017
Instrução Normativa com tabela oficial de vida útil
CPC – Normas Contábeis
CPC 27 – Ativo Imobilizado e depreciação contábil
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Última atualização: Janeiro de 2026 | Conforme: Lei 14.871/2024, IN RFB 1.700/2017, CPC 27
Transparência e Rigor Técnico Contábil
A Calculadora Brasil é uma plataforma independente dedicada a simplificar a gestão tributária e patrimonial para empresas e contadores. Nossa metodologia de cálculo é 100% neutra, baseada estritamente nas normas da Receita Federal (IN 1700), na nova Lei 14.871/24 (Incentivo) e nos pronunciamentos técnicos do CPC 27 vigentes em janeiro de 2026.